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Original Shundi dezembro 22, 2010

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Fomos no Oirginal Shundi gastar uma promoção que comprei no Peixe Urbano. Banquete Exótico, 10 pratos mais sobremesa. Já adiantando, as fotos foram feitas com meu iPhone, então não ficou muito bom.

O restaurante é muito bem decorado, o que é não uma surpresa uma vez que foi obra do Ruy Ohtake. Como chegamos cedo, sentamos no fundo do salão onde tinha mesa com sofás. Sobre elas, antigos discos de vinil faziam de jogo americano (por que esse nome?). O meu era um dos primeiros discos dos Red Hot Chilli Peppers. Em seguida, trouxeram o prato de serviço, uma enorme louça chinesa (mesmo!) toda decorada.

Para beber, além do trivial (menos o suco de tangerina, que estava em falta naquela noite), ofereceram o menu de sakes & shochu, e a carta de vinho (literalmente). Achei BEM original.

Não demorou muito para começar o banquete.

Prato 1: Carpácio de anchova negra (esqueci de tirar foto). Estava muito bom! Abriu o apetite (que já chegou enorme) e nos preparou para o que poderíamos esperar daquela noite.

Prato 2: (também sem foto) Sashimi. Atum, salmão (2 fatias), agulhão, pargo e robalo. Todos frescos, firmes e saborosos.

Prato 3: Salada de iguarias: salmão, filhote de enguia, água-viva, barbatana de tubarão, minipolvo e ovas de peixe voador salpicado. Achei bem interessante. Os filhotes de enguia já comi no Hideki, parecem com ursinhos yummy, só que salgado. A água-viva para surpresa minha, era o de textura mais dura, lembrando muito cartilagem. Barbatana de tubarão lembram fios de cartilagem, sem gosto muito definido. E o minipolvo era isso mesmo, um polvo mini feito no shoyu levemente adocicado.

Prato 4: Lula grelhada e recheada com shimeji. A lula estava no ponto certo (nada daquele treco borrachento) e o shimeji bem preparado (acho que no shoyu com óleo de gergilim). Bom também.

Prato 5: Ceviche. Foi o único prato sonso da noite. Meio sem tempero e sem originalidade (a não ser que você considere kani-kama algo original).

Prato 6: Nigirizushi. No original vêem camarão, robalo com limão siciliano e salmão. Só que no meu, trocaram o camarão por atum. Ótimo porque assim como mais atum. Só que o de robalo com limão siciliano levou a vez! A combinação ficou muito bem equilibrada! Exótico e delicioso!

Prato 7 (original): Camarão na manteiga. Dessa vez, não tinha como trocar um dos ingredientes. De qualquer forma, a Mayumi comeu o dela e disse que estava muito bom.

Prato 7 (alternativo): Já que eu não posso comer camarão, o pessoal deu um jeito de servir algo no lugar. Daí veio a carne de boi com shoga (chutei esse nome, já que não sei o nome original). Um pouco salgado, talvez pelo excesso do shoyu, mas estava bem macia e com o wasabi (do sushi) ficou bom.

Prato 8: Agulhão com molho de wasabi. Pelo menos é o que nos descreveram, mas eu não senti nada de wasabi. Vai ver, trocaram o wasabi pelas ovas de peixe voador. E agulhão é sempre bom.

Prato 9: Tempura de palmito e salmão grelhado. Diferente, mas nada surpreendente. Imagine um palmito. Agora ele com massa de tempura. Agora, coloca um salmão grelhado do lado. Imaginou? Então… Era isso mesmo.

E finalmente, prato 10: Ovas de bacalhau apimentada e algum crustáceo com ovas de peixe voador (outro nome inventado). O primeiro era bem apimentado mesmo! Diferente e muito bom! O segundo devia ser bom também, mas por ter comido as ovas apimentadas primeiro, acabei ficando com a impressão de que quase não tinha gosto.

Cheios? Bom, calma que ainda teve a sobremesa!

Sobremesa: Futon de morango com sorvete de shoga. Ok, não sei o que eles queriam dizer com futon… Mas os morangos e o sorvete de shoga combinaram bem. Foi leve o suficiente para conseguir comer tudo sem me sentir mais cheio do que já estava.

Eu achei o banquete sensacional. Alguns pratos fizeram a parte do exótico, enquanto outros mais tradicionais não deixaram esquecer que lá era um restaurante japonês. Com excessão de dois pratos, os demais foram todos bons ou muito bons! E no final, se ainda aguentasse, podia repetir qualquer um deles! Empanturrado como estava, eu só repeti o robalo com limão siciliano.

Outra coisa que macou a noite foram as inúmeras ovas de peixe voador que ficaram espalhado pelos cantos da boca. É tipo uma supresinha, quando você menos espera “crack!”, você acaba mordendo uma remanescente… Duas semanas depois!

Bariloche – Parte 2: Comes e bebes novembro 27, 2010

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Eu não fiquei só andando de snow em Bariloche. Parei para comer e beber também. Afinal, apesar de tudo, lá também é Argentina. O que significa carne, vinho e Quilmes.

De todas as carnes o bife de chorizo se destaca! E o melhor lugar para comer um é no El Boliche de Alberto (boliche = negócio, o comercial, não o anatômico). Um templo ao churrasco. Se for para Bariloche, gaste um jantar lá. Mas cuidado, o Alberto tem quatro boliches, três de carne e um de pasta. Dá para saber só de entrar. Se tiver uma grelha enorme no meio do salão, então é o de churrasco. Dica, vá antes das 20h, quando ainda é possível encontrar mesa vazia. Depois disso lota de tudo quanto é turista.

A cerveja deles é a Quilmes. Pode até ser que encontre uma ou outra marca perdida por ali, mas é a Quilmes que reina. E pode beber a vontade que ela combina bem com a neve! Literalmente!

Bariloche – Parte 1: Snowboard novembro 22, 2010

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Para mim, Bariloche é sinônimo de snowboard. Poderia ser “esqui e snow”, mas como acho esqui menos cool do que snow, então ele fica de lado. Portanto, Bariloche = Snow. Pronto. Passeio? Bahhnn!!!

Foi minha primeira vez. E como todas as primeiras vezes, a gente mais se ferra do que aproveita. Mas eu aproveitei as minhas ferradas também. Para aprender o básico eu apelei para aula com instrutor. Até pensei em tentar sozinho, mas poderia tomar muito tempo, e eu queria otimizar os 6 dias de estadia. Não pedi para nenhum dos meus amigos que já sabiam andar para me ensinar, porque seria uma sacanagem com eles (ou seja, nunca me peçam também! a não ser que eu ofereça). No final, não estava andando tão bem quanto gostaria, mas certamente já estava brincando bem mais do que quando comecei.

Eu não achei snowboard fácil. Pode ser que eu seja um tapado master. Ou medroso. Mas na medida do cagaço possível, eu arrisquei o máximo que podia. Tomei capotes homéricos, daqueles de perder goggle, gorro e luva! Doeu pacas, mas ri mais ainda. Levantava, batia a neve e já reiniciava a descida. Afinal, é Snow or Die!

O equipamento ajudou bastante. O primeiro que aluguei (bota + prancha) era uma droga. Mas era para o primeiro dia de treino, então eu também era uma droga, logo não fez diferença. Mas no segundo dia eu senti as limitações do equipo ruim. Era binding solto, bota que encharcava, prancha pesada e megadura, etc… Procurei outra loja e quando achei um conjunto bom, aluguei para o resto da temporada. Fez diferença.

Fez TODA diferença também estar com amigos que curtiam. Snow é legal, mas é muito perrengue. É frio! É doloroso! É difícil! Mas se estiver com uma galera que curte, então tudo isso vai valer a pena. Para mim, valeu e muito!

Enquanto isso… setembro 16, 2010

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Ok. O blog está abandonado, mas eu estou preparando uma série de post da minha viagem na Argentina para agitar um pouco isso daqui.

Agradeço a paciência de todos.

Brincar ou jogar? julho 14, 2010

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Já faz um tempo que pensava em comprar um vídeo-game. Teria então que escolher entre PS3, XBox360 ou Wii. Os dois primeiros são verdadeiras máquinas! Imagem em alta-definição, zilhões de jogos dos quais muitos pode-se jogar em rede, controles complexos com n-botões. Enfim, ótimos para um gamer. Mas eu optei pelo terceiro. Mais simples, imagem em resolução baixa, menos opções de jogos e muito menos ainda com opções para se jogar em rede e controles bem simples, basicamente por movimento.

Vendo por esse lado, o Wii não parecia uma opção sensata. E não é mesmo, SE você estiver pensando realmente em comprar um verdadeiro vídeo-game. No meu caso, eu percebi que não queria um. Eu queria na verdade algo para me descontrair.

E foi no primeiro dia com o brinquedo em casa que eu tive certeza da escolha. Pois foi quando toda minha família (e isso inclui tios e prima) se juntaram para brincar também. Foi muito legal jogar uma partida de ping-pong no Sport Resort com meu pai. Ou ver minha mãe e minha tia disputando uma hilária partida de Tennis no Wii Sport. Ou jogar Mario Kart com minha namorada até altas horas da noite.

Existe um lema básico para os gamers: “play hard, get PRO!”. Bom, se é assim, eu preferi ficar com o “just play and enjoy!”

Boa bolinha barulhenta abril 30, 2010

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Sabe quando você está num acampamento e quer colocar uma música para fazer um som ambiente e não está afim de matar os speakers do seu celular? Ou você só tem um MP3 Player e acha que é muito egoísmo só você escutar música?

Bom, foi por ter passado por essas e outras que eu resolvi comprar um speaker portátil. Um que fosse pequeno e fácil de transportar, tivesse um som bom e que a bateria durasse.

Comecei procurando por um modelo Ching-Ling a pilha, mas acabei me deparando com este daqui:

Genius SP-i160

Como estava fechado na caixa (e a tia da loja não me deixou abrir para testar), acabei comprando às cegas (R$ 48,00 no Boulervard Monti Mare, pagando em dinheiro e chorando um desconto). Chegando em casa, ao abrir a caixa, fiquei realmente surpreendido com a qualidade, tanto do produto, quanto do IN-A-BOX. Além do próprio, vem o cabo, um adaptador P2-P1 (pra quem não sabe, o conector comum de phone de ouvido é o p2 = 3,5mm) e um saquinho para transporte, muito útil! Para não sair deslizando pela superfície, ele tem 3 pontos de silicone em baixo para apoio. Sem perder tempo, pluguei o gadget no meu iPhone para testar a qualidade do som e tive outra ótima surpresa! O pequeno faz um ótimo som!

Fiz um teste de bateria. Recarreguei por 2 horas como manda o manual e depois deixei tocando. Diz no manual que o speaker aguenta 8 horas. Depois de 4 horas de música pesada (rock, psy e dance) ele ainda tocava na mesma potência (medido no ouvido mesmo). Não tive tempo para testas mais do que isso.

Como deu para ver na foto, o cabo mini-usb que conecta no speaker tem dois terminais, o P2 (comprimento 65,5cm) que você conecta na saída do phone, e o USB (comprimento 35cm) que serve para recarregar via porta USB do comp. Pode ser meio ruim não ter um computador ou notebook por perto para recarrega-lo. Pensei em testar com o adaptador do iPhone, mas como os output são diferentes, preferi não arriscar.

De qualquer forma, fica a dica. Guardada as devidas limitações, eu achei uma ótima opção.

ps1.: dá para ver na foto que a torre levanta, mas eu não percebi diferença
ps2.: no site diz que tem função volume, mas não tem ou eu que sou muito incapaz e não achei ainda…

Sukiya março 18, 2010

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Com a estréia da unidade brazuca da rede nipônica de “fast-food” japonês, o Sukiya chega ao Brasil oferecendo a simplicidade e os sabores consagrados pela filosofia “save time and money”.

A filial brasileira, além do Gyudon, trouxe para o nosso mercado o Curry, o Kakuni-don (carne de porco cozido) e o Teriyaki-don (frango com molho agridoce). O gyudon e o curry são servidos na opção tradicional (mistura e gohan) ou também com extras tradicionais, como kimuti e kara ague, e outros não tão tradicionais assim, como queijo e feijoada(wtf?!). Alguns desses podem ser pedidos separados como acompanhamento.

O restaurante lembra muito uma lanchonete, com a diferença que tem um balcão logo na entrada. Ambiente bem iluminado e decoração simples mostra que o local é para comer, sem muito espaço para romantismo. O legal são as campainhas para atendimento, que agiliza muito no atendimento, mas como o mostrador fica no mesmo salão, o barulho das campainhas acaba se misturando com o som da conversa da clientela. A comanda, entregue junto com os pratos, é paga no final no caixa logo na entrada. Portanto nada de pedir para trazer a máquina do cartão.

Como primeira experiência, optei pelo gyudon tradicional, tamanho médio (R$ 8,00) e o tonjiru (R$ 3,00) para acompanhar. A minha namorada pediu o Teriyaki-don médio (R$ 8,00) e tonjiru também. Tem opções de combo, mas só se você estiver muito afim de comer uma saladinha (ou como diriam os restaurant-weekers, “um mix de folha”).

Gyudon

O primeiro ponto que me chamou a atenção no gyudon foi o fato de que o gohan não estava escondido debaixo da mistura. Não sei porque mudaram isso, pois para mim num bom donburi, o shiru da mistura tem que escorrer e molhar o gohan embaixo. Segundo, o gohan não é muito bom, tem vários grãos quebrados, é mais longo e fino e não é muito unidos-venceremos. Deu um trabalho comer com hashi. A mistura estava boa, mas um pouco salgada. Sei que o aji (tempero) quase agri-doce japonês não iria agradar, mas podiam ter feito um meio termo entre as duas cozinhas.

Teriyaki-don

O teriyaki também sofreu o processo de nacionalização. O molho estava mais suave e quase nada doce. Diferente do tradicional molho teriaki. Em compensação as mini-carrots davam o tom doce que o prato pedia, apesar de achar que elas não combinavam com o prato. Bom, mas o gyudon estava melhor.

Tonjiru

O tonjiru (sopa de carne de porco) estava ótimo! Levemente picante, o shiro é leve e bem temperado. Os legumes não estavam excessivamente cozidos, como é comum nessas sopas por aí. E o principal, as finas fatias de toucinho cozidos estavam bem suaves e gordos!

Eu gosto de donburis, principalmente de gyudon. Apesar de que nenhum dos pratos tinha opção com ovo, que para mim é a cereja do bolo em qualquer gyudon. Sei que um restaurante com esse apelo busca atingir o maior número de clientes possíveis, adaptando-se para o gosto do consumidor local, mas podiam ter maneirado na brasileiração do tempero e mantido também a identidade visual do prato. O bom é o preço e a rapidez. O meu prato chegou em 1’14” e o da minha namorada em 2’17”!!! Bom restaurante para quem quer comer bem, não gastar muito e nem está afim de esperar. Pretendo voltar para experimentar outros pratos, como o Kakuni-don com kara ague de acompanhamento.

Fato curioso e que me agradou. Na hora de pagar, a moça fez como todo bom japonês, recebeu meu cartão com as duas mãos e uma leve referência com a cabeça, e repetiu o movimento ao entregar o cartão com a nota. E ainda me agradeceu pelo nome “Obrigado Sr. Fabio”. Isso porque ela nem era japa. Bom treinamento! Ganhou vários pontinhos…

Sukiya
Endereço:
Rua Vergueiro, 72 – Liberdade (próximo ao Metrô São Joaquim, vizinho do McDonald’s)
Horário: todos os dias 11h às 23h
Aceita cartão de crédito e débito
Não tem estacionamento. Mas paramos numa travessa do outro lado da avenida.

Mugui fevereiro 18, 2010

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Também conhecido antigamente como Restaurante dos Estudantes, o Mugui é um restaurante simples, mas ajeitado, bom para uma refeição descompromissada. Das opções do FOOD CENTER, prédio só de restaurantes como o Sushi Isao e o Sukiyaki House, é a opção mais em conta, mas nem por isso fica atrás dos seus vizinhos.

O restaurante serve pratos típicos, daqueles que você comeria em casa. Diria até que a comida lembra muito comida de batian. Na verdade, é quase isso mesmo, já que hoje quem cuida do restaurante são 3 おばあさん (obaasan). Antigamente, tinha mais 2 おぢいさん (odiisan) também, mas acho que eles já se aposentaram do restaurante.

O restaurante não serve nada de sushi ou sashimi. Se quiser, vá ao Sushi Isao a frente ou ao Gekko no andar se cima.

Para mim, o Mugui é algo como “de volta as origens”, já que este restaurante está presente nas minhas mais antigas lembranças de infância. E ele está exatamente como era a… Bom, a bastante tempo atrás.

Ao longo desses anos, acho que já provei quase todos os pratos da casa, mas ultimamente eu tenho insistido em dois pratos que eu gosto muito.

Katsudonburi Teishoku

O desta vez é o Katsudonburi Teishoku (R$ 16,00). Sem grandes segredos. Donburi com um file de lombo empanado à moda japonesa (tonkatsu), junto com legumes cozidos no molho de shoyu e ovo. Servem a mistura junta ou separada do gohan, mas para mim um bom donburi tem que vir tudo junto, com o しる (shiru) molhando o gohan embaixo. Apesar do owan parecer pequeno, a porção satisfaz bem uma pessoa normal. Acompanhando, vem misoshiru e sunomono, pouco para um teishoku de verdade, mas suficiente pela quantidade de comida servida.

Pudim de leite

Para sobremesa, pedimos um pudim (R$ 4,00). O limão, de acordo com a casa, é para pingar só duas ou três gotas NO MÁXIMO! Nada de espremer suco de limão em cima do pudim! Lembro até hoje, a quasi-bronca que levei de uma das おばあさん, quando sorvei todo o suco do limão em cima do pobre coitado do pudim, obrigando-a a trocar por outro. O sabor do limão é quase imperceptível, mas suficiente para quebrar de leve o doce da calda. De textura leve e macia, é ótimo para fechar a refeição. Lembrando agora, acho que nunca provei esse pudim sem o limão. E acho também que eu nunca pedi a outra opção de sobremesa, que é um pavê.

O お茶 (ocha) é de graça. Sempre peço mesmo no calor.

Os preços da maioria dos pratos são nessa ordem mesmo. Daí vem o pseudônimo do restaurante, já que antigamente ele era freqüentado pelos muitos estudantes duros que vivam na região e que tinham no Mugui uma boa opção de custo/benefício.

Simples e gostoso. Sempre que posso, eu volto lá.

Mugui
Endereço: Rua da Glória, 111 – 1° andar – Liberdade
Telefone: (011) 3106-8260
Horário: seg. à sáb. 11h30 às 14h30 e 18h às 22h
Só aceita cartão de débito
Estacionamento no próprio prédio com convênio

Kidoairaku janeiro 4, 2010

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Fomos (eu + namo) no Kidoairaku por indicação do Batata & Pepino. O restaurante não é muito bonito, a batian sentada na mesinha comendo seu panetone logo na entrada, apesar de simpática, tirou um pouco a vontade de entrar, mas deixei passar afinal estávamos ávidos por um nihonshoku decente.

Opções da casa

No Japão é comum encontrar restaurantes que ainda mantêm a tradição de mostrar as opções de pratos na parede, cada um escrito numa placa de madeira, devidamente penduradas lado a lado. No Kido, o material depreciou um pouco e ao invés da madeira, usaram folha sulfite mesmo. Mas para quem não quiser ficar tentado decifrar as “placas”, eles tem um cardápio convencional.

Pedimos 3 pratos, Pregonomisozukeyaki Teishoku (R$ 31,00), Sashimi Teishoku (R$ 39,00) e Sanmanoshioyaki (R$ 26,00).  A idéia era trocar o sashimi pelo sanma e montar um sanma seto para mim e dividir o sashimi.

Sashimi teishoku

No sashimi veio 12 fatias grossas  e carne firme, ou seja, sashimi de “verdade”. Estava muito bom! O seto é igual para ambos os pratos. Porções de tsukemonos, atum com cará, salada com molho leve (e irreconhecível, mas que com um pouco de shoyu ficou melhor), sunomono, nishimê e missoshiru. Além do gohan servido no seto, trouxeram uma panelinha de gohan a parte, o suficiente para encher uns 6 tchawan’s. Destaque também para o atum com cará, já que não é todo mundo que encara a baba/gosma do cará ralado, mas que com um pouco de shoyu ficou bom também.

Sanmanoshioyaki

O sanmanoshio estava ótimo. Grelhado no ponto, a carne estava macia e bem úmida, levemente salgada, ótima para comer com gohan (no caso, foram 3 tchawan). Arrisquei-me a comer o intestino, que muitos deixam de foram. O sabor é bem forte, um amargo marcante e textura quase arenosa, lembrando um pouco fígado de boi num dia ruim. Na próxima, deixarei o intestino de lado.

Um detalhe curioso é o Iced Tea (R$ 9,00), que é um chá feito lá mesmo e bem adoçado.

No geral o restaurante é muito bom no que tange a sabor genuíno do Japão. O preço é justo pela qualidade da comida, mas talvez um pouco caro para quem não aprecie um bom e tradicional nihonshoku. Um ponto que podia ser melhorado é a cara de restaurante-pequeno-típico-da-Liberdade.

Kidoairaku
Endereço: Rua São Joaquim, 394 – Liberdade
Telefone: (011) 3207-8569
Horário: seg. à sex. 11h as 14 e 18h30 as 22h30, sáb. 11h30 as 14h e 18h30 as 21h30
Só aceita cartão de débito
Estacionamento conveniado: R. Galvão Bueno, 700

Fatos da MegaSena de Final de ano dezembro 23, 2009

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As 6 bolinhas mágicas

Algumas coisas que a MegaSena do Final do Ano proporcionam:

Não recuse nenhum bolão, principalmente o do pessoal do trabalho, ou da roda de amigos. As chances podem ser nulas, mas imagine como você e seu chefe se sentiriam sozinhos no escritório, depois de todos pedirem demissão para aproveitarem melhor a fortuna recém adquirida? Ou seus amigos, que com um prêmio desses elevariam o padrão de viagens e baladas, e você pobre coitado, não teria como bancar nem o estacionamento.

Na falta de assunto na roda, soltar um “O que você faria se ganhasse?” é certeza na continuidade da conversa. Fora que, se você ganhasse, já seria uma boa fonte do que poderia fazer. Com tanto dinheiro, com certeza faltaria imaginação. Agora, se alguém da roda ganhar, use o bom e velho “você lembra aquela vez, quando te perguntei…?” para cobrar pseudo-favores e promessas esquecidas, afinal o que são centenas para quem tem centenas de milhões?!

Masturbação mental. Pare para pensar o que VOCÊ faria se colocasse sozinho as mãos em toda esta grana. “Ah, mas isto é igual ao item anterior.” Na-na-ni-na-não. Desta vez, você pode se livrar das amarras morais e bolar planos mirabolantes, satisfazendo os desejos mais profundos. Neste ponto, quando você não precisa contar para ninguém o que pretende fazer com a grana, aí sim, vai faltar dinheiro para tanta imaginação.

Teste sua sorte… De graça! Como as chances de ganhar são mínimas, não tem porque gastar dinheiro fazendo apostas. Ao invés disse, escreva num papel e dê para alguém guardar. Depois do sorteio, verifiquem juntos o que deu. Fazendo isso, você pode fazer várias apostas, tantas quanto conseguir anotar. Mas só tome cuidado para não fazer duas coisas. A primeira: NÃO ACERTE! Já imaginou se numa de suas “brincadeiras” você acertasse as seis dezenas?! O remorso e arrependimento te matariam aos poucos, o resto da sua vida… A segunda: NÃO DEIXE SEU AMIGO VER SEU JOGO! Porque ele pode querer usar a sua dica para fazer uma aposta de verdade, e se você já não cumpriu a primeira, essa segunda te faria querer matar o seu amigo não aos poucos, mas rapidamente, pelo resto da vida dele.

Brinque, divirta-se. Para pobres e azarados mortais, isto é o máximo que a MegaSena do Final do Ano pode fazer por você. Para ir além disso, você precisaria ser agraciado com a bondade do Deus da MegaSena.

Amém.